Desde o início da pandemia, que já resultou em mais de 45 mil mortos só no Brasil, Bolsonaro tem feito críticas não só a OMS, mas ao seu diretor-presidente, Tedros Ghebreyesus.
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A medida foi tomada por Bolsonaro após o titular da pasta se tornar alvo de inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF), depois de chamar os ministros da Corte de “vagabundos”.
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O questionamento do governador maranhense vai de encontro à prisão de Fabrício Queiroz, ex-assessor e ex-motorista do senador Flávio Bolsonaro, que está sendo investigado por movimentar R$ 1,2 milhão em sua conta de maneira considerada “atípica”
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