Em Aracaju mais de 86% da sua população acima de 5 anos tomou a primeira dose, mais de 82%, a segunda, e 53% a terceira, de acordo com a SMS.

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A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Aracaju publicou, nesta segunda-feira (25), que o avanço da vacinação reduziu cerca de 90% das mortes provocadas por complicações da Covid-19 na capital.
De acordo com a SMS, os dados mostram que, em 2020 por exemplo, quando a pandemia teve início, a taxa de letalidade chegou a ser registrada em 1,64%. Em 2021, quando houve duas grandes ondas de contágio, o índice alcançou 2,11%. No entanto, o cenário foi sendo alterado com o avanço da vacinação, chegando a um índice de 0,51% em 2022.
Segundo a secretária Waneska Barbosa, esse número mostra que houve uma queda de 57% dos casos e uma redução de 89,59% nos óbitos. “O que demonstra que é extremamente importante que a população esteja vacinada e entenda que, nesse momento, ainda é necessário repetir a vacinação a cada quatro meses”, destaca a gestora.
A SMS ainda aponta que o aumento da compreensão do funcionamento do vírus também ajuda a estabelecer o bom resultado, ou seja, entender como a enfermidade age no nosso organismo, o que só foi possível através de pesquisas científicas realizadas ao redor do mundo, que viabilizou a efetividade do tratamento e das medidas de segurança sanitária.
“Uma das coisas que contribuiu muito para que, em 2022, pudéssemos estar mais preparados para os casos que ainda chegam graves é a experiência acumulada pelas equipes, uma vez que, hoje, já se sabe melhor o que fazer, comparado com 2020 e 2021, quando estávamos aprendendo a lidar com uma doença nova”, aponta a secretária.
Além disso, Aracaju tem uma cobertura vacinal muito boa: mais de 86% da sua população acima de 5 anos tomou a primeira dose, mais de 82%, a segunda, e 53% a terceira, de acordo com a SMS.
“Com a vacinação, vemos claramente essa queda na taxa de letalidade. Mais uma vez, a ciência mostra que pode ajudar a população a combater as adversidades. Aracaju já tem liberado a quarta dose para pessoas acima de 18 anos e ampliando a vacinação também para crianças acima de 4 anos. Não tem por que as pessoas não se vacinarem”, ressalta Waneska.