Segundo o sindicato da categoria, as empresas não têm feito o pagamento de 30% da suspensão de contrato e benefícios. Vale-alimentação e plano de saúde também não estão sendo pagos.

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Motoristas e cobradores do transporte coletivo de Teresina decidiram entrar em greve nesta terça-feira (13). Com a paralisação, anunciada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Rodoviários do Piauí (Sintetro) na sexta-feira (9), apenas 30% da frota de ônibus da capital está circulando.
Procurado, o Sindicato das Empresas de Transportes Urbanos de Passageiros de Teresina (Setut) disse que não houve uma comunicação formal do sindicato sofre a greve, conforme previsão legal. Leia nota na íntegra ao fim da reportagem.
A Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (Strans) afirmou que não foi notificada pelo sindicato dentro do prazo de 72 horas úteis, determinado por lei.
De acordo com Paulo Rosenberg, secretário de finanças do Sintetro, a categoria decidiu pela greve em assembleia. “Por motivo do descumprimento da Medida Provisória 936, não pagamento dos 30%, não pagamento dos tickets alimentação e não pagamento do plano de saúde”, afirmou.
“Os pontos finais não têm as mínimas condições dos trabalhadores exercerem seus trabalhos, não tem a mínima estrutura pra os trabalhadores fazerem suas necessidades fisiológicas”, completou.
Segundo o sindicalista, os trabalhadores estão vivendo um momento delicado. “Estão sem saber o que fazer com essa situação. Nos terminais estão acontecendo muitos assaltos e não tem nenhuma estrutura para cumprir o protocolo de segurança da pandemia, sem EPIs adequados”, disse.
Indo. G1