Maia lamenta ‘não’ de Ludhmila e culpa Bolsonaro: ‘Negacionismo prevaleceu’

Ele também atribuiu ao "gabinete do ódio" os ataques sofridos por Ludhmila desde que ela passou a ser cotada para vaga, no último fim de semana.

15 de março de 2021

Foto: reprodução

Ex-presidente da Câmara, o deputado federal Rodrigo Maia (DEM-RJ) lamentou hoje o convite recusado pela médica cardiologista Ludhmila Hajjar para assumir o Ministério da Saúde, culpando a “política negacionista” do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pelo “não”. Ele também atribuiu ao “gabinete do ódio” os ataques — reais e virtuais — sofridos por Ludhmila desde que ela passou a ser cotada para vaga, no último fim de semana.

“Infelizmente, Ludhmila Hajjar não aceitou assumir o cargo de ministra da Saúde. Certamente o presidente Bolsonaro não aceitou ter à frente do Ministério uma gestão competente focada na ciência. Meu respeito pela dra. Ludhmila só aumentou, pois seus valores não são negociáveis”, escreveu Maia em uma rede social.

Info: UOL

 

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