Ele também atribuiu ao "gabinete do ódio" os ataques sofridos por Ludhmila desde que ela passou a ser cotada para vaga, no último fim de semana.

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Ex-presidente da Câmara, o deputado federal Rodrigo Maia (DEM-RJ) lamentou hoje o convite recusado pela médica cardiologista Ludhmila Hajjar para assumir o Ministério da Saúde, culpando a “política negacionista” do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pelo “não”. Ele também atribuiu ao “gabinete do ódio” os ataques — reais e virtuais — sofridos por Ludhmila desde que ela passou a ser cotada para vaga, no último fim de semana.
“Infelizmente, Ludhmila Hajjar não aceitou assumir o cargo de ministra da Saúde. Certamente o presidente Bolsonaro não aceitou ter à frente do Ministério uma gestão competente focada na ciência. Meu respeito pela dra. Ludhmila só aumentou, pois seus valores não são negociáveis”, escreveu Maia em uma rede social.
Mais uma vez, o trabalho do gabinete do ódio foi efetivo em prejudicar a imagem de alguém que seria tão importante para o nosso país neste momento da pandemia. Prevaleceu a política negacionista. O governo continuará a não priorizar vidas. Triste e lamentável.
— Rodrigo Maia (@RodrigoMaia) March 15, 2021
Info: UOL