Juliette visita Salvador e fala sobre desejo de participar de carnaval na Bahia: ‘Não venho para trabalhar, mas para dar trabalho’

A ex-BBB está na capital baiana para divulgar o primeiro EP da carreira artística. Na terça, ela cantou ao lado de Ivete Sangalo e Claudia Leitte.

29 de setembro de 2021

Foto: reprodução

A ex-BBB Juliette Freire está em Salvador para divulgar o primeiro EP da carreira de cantora, lançado no início desse mês. Em entrevista ao G1 e outros veículos de comunicação, ela revelou ter chorado ao visitar o Pelourinho, no Centro Histórico da capital baiana, e planeja passar o carnaval na cidade, caso seja realizado, em 2022.

A festa ainda não está confirmada pela prefeitura municipal, por causa da pandemia. A paraibana, porém, adiantou que pretende participar da folia, não como cantora, e sim como foliã. “Não venho para trabalhar, venho para dar trabalho”, disse, aos risos.

“Se Deus quiser vai ter carnaval. Quero muito que tenha, para me divertir, é uma festa que eu adoro. Estou trabalhando muito e não vou querer trabalhar no carnaval, não faça um negócio desses comigo, não. A gente faz um show depois, minha gente, mas, carnaval eu quero curtir”.
Juliette, que nunca esteve na folia baiana, disse que que gostaria de subir no trio elétrico de Ivete Sangalo, com quem cantou na terça-feira (29) à noite, no programa Música Boa Ao Vivo, no canal Multishow. Na ocasião, ela também dividiu palco com Claudia Leitte. “Estou fingindo costume, por fora, plena; por dentro quero gritar. Parece que estou vivendo um sonho”.

Juliette destacou outros artistas baianos que admira, como Daniela Mercury, Magareth Menezes, Xanddy, Leo Santanna, Bell Marques, Durval Lellys, Gilberto Gil (com quem apresentou uma live em junho), Caetano Veloso e Luiz Caldas, além da banda É o Tchan – ela, inclusive, lembrou uma história da infância que tem relação com a banda de pagode.

“Quando eu era pequena, uma vizinha me levou para a Micarande, a carnaval fora de época de Campina Grande. Eu estava com minha irmã e a gente se perdeu da mulher. Um segurança pegou a gente e colocou no trio do É o Tchan, que eu amava. Só que meu pai nem sabia que a gente estava na micareta e viu a gente ao vivo na televisão. A gente lá dançando com Compadre Washington e ele desesperado em casa”, recordou, em tom de brincadeira.

Outra memória afetiva que a paraibana tem com a capital baiana é relacionada à própria mãe, dona Fátima. “Vim uma vez com a minha mãe, foi a primeira viagem de avião dela. Foi muito marcante para mim esse momento. A Bahia é cheia de riqueza e beleza, isso sempre me fascinou”.

Depois, acrescentou, esteve novamente em Salvador para participar de uma seletiva do programa Big Brother Brasil, quatro anos antes de se tornar campeã da edição de número 21.

Info: G1

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