O índice da cidade paraibana é de 1,39, isto é, 100 pessoas contaminadas estão transmitindo o vírus para pelo menos 139. De acordo com os dados, a tendência é de crescimento.

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Dados do Observatório de Síndromes Respiratórias da UFPB, deste sábado (5), mostram que João Pessoa tem a maior taxa de contaminação (ou de transmissibilidade) entre as capitais do Nordeste. O índice da cidade paraibana é de 1,39, isto é, 100 pessoas contaminadas estão transmitindo o vírus para pelo menos 139. De acordo com os dados, a tendência é de crescimento.
A taxa de transmissibilidade, número reprodutivo efetivo ou razão de reprodução efetiva, segundo o Observatório, indica quantas pessoas, em média, um indivíduo infeccioso pode contagiar em uma população na qual nem todos são suscetíveis.
De acordo com o Observatório, se a taxa for menor que 1, cada indivíduo infeccioso causa, em média, menos do que uma nova infecção, então os níveis de contágio da doença irão decair e a doença irá, eventualmente, desaparecer.
Se a taxa for igual a 1, cada indivíduo infeccioso causa, em média, exatamente uma nova infecção, então os níveis de contágio da doença permanecerão estáveis e a doença se tornará endêmica.
Mas se a taxa for maior que 1, como acontece em João Pessoa, cada indivíduo infeccioso causa, em média, mais do que uma nova infecção, então a doença se propagará na população e poderá haver uma epidemia.
Ranking
-Natal: 0,8
-São Luis: 0,85
-Teresina: 0,86
-Fortaleza: 0,87
-Salvador: 0,88
-Recife: 1,02
-Aracaju: 1,05
-Maceió: 1,06
-João Pessoa: 1,39