O inquérito aponta que a transmissões tornam-se “negócios lucrativos” quando apelam a “vídeos batizados com títulos expressivos”, como "Bolsonaro invade STF", "A Força de Bolsonaro é maior que Congresso e STF"' e "Bolsonaro e Forças Armadas fechados em um acordo para o Brasil"'.
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Por meio de nota, a assessoria do parlamentar disse que ele não era o responsável pela festa e que apenas cedeu o espaço gratuitamente.
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Flávio é suspeito de recolher parte do salário de seus ex-assessores na Assembleia e lavar o dinheiro por meio de transações imobiliárias e sua loja de chocolates.
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