Em abril, governo bloqueou R$ 9,29 bi para recompor gastos obrigatórios. Ministério da Educação foi o maior beneficiado com a liberação publicada nesta quarta (9), com R$ 900 milhões.
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Também está previsto um novo programa social que passaria a valer a partir de outubro.
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Proposta é elevar de 12,82% para 14% da alíquota previdenciária do município. Projetos de lei foram encaminhados para a Câmara Municipal e alterações afetam 19 mil servidores.
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