Bolsonaro cortou R$ 3,18 bilhões que eram previstos para despesas dos ministérios.

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O presidente Jair Bolsonaro (PL) manteve o valor de R$ 4,9 bilhões para o fundo eleitoral, o chamado fundão, no orçamento sancionado para este ano. Apesar de não ter decidido ainda se vai reajustar ou não os salários dos servidores, ele também deixou intacta a previsão de R$ 1,7 bilhão para esta finalidade.
Outro valor importante no Orçamento sancionado pelo presidente é o reservado para as emendas de relator: R$ 16,5 bilhões. As emendas de relator são um tipo de emendas parlamentares, pagas pelo governo a deputados e senadores. Nesse caso, cabe ao relator do Orçamento no Congresso decidir quais parlamentares receberão repasses. Por ter uma execução pouco transparente, são chamadas de “orçamento secreto”.
Com relação ao texto do Orçamento aprovado pelo Congresso em dezembro, Bolsonaro cortou R$ 3,18 bilhões que eram previstos para despesas dos ministérios.