Bolsonaro é contra a obrigatoriedade da vacinação e do lockdown, apesar de diversas pesquisas indicarem que as medidas evitaram a morte de milhares de pessoas pelo coronavírus.

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O presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido) voltou a evocar o nome de Fernando Haddad (PT), adversário no segundo turno nas últimas eleições, para justificar suas decisões durante a pandemia da Covid-19.
“Imaginem se estivesse o Haddad no meu lugar. Teria lockdown nacional e todos seriam obrigados a ser vacinados por canetada do Haddad”, disse durante transmissão ao vivo nas redes sociais nesta quinta-feira (21).
Bolsonaro é contra a obrigatoriedade da vacinação e do lockdown, apesar de diversas pesquisas indicarem que as medidas evitaram a morte de milhares de pessoas pelo coronavírus. Apesar de seus esforços públicos contra a imunização, a campanha segue avançando no Brasil, e mais de 50% da população já tomou as duas doses ou dose única.
Ele criticou, também, os que, de acordo com ele, “botam lenha na fogueira”. “Você quer resolver os problemas do Brasil ou derrubar o presidente?”, perguntou.
Em referência a um potencial impeachment, Bolsonaro afirmou novamente que ninguém poderá tirá-lo do cargo “na canetada ou na mão grande”. “Só Deus pode me tirar da cadeira de presidente”, disse.