Até agora, o país ainda não assinou contrato de compra com nenhuma empresa ou laboratório que produza os imunizantes.

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O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, voltou a citar uma combinação de fatores para dizer hoje que o Brasil poderá ter, em janeiro, 24,7 milhões de doses disponíveis de vacinas contra a covid-19.
Até agora, o país ainda não assinou contrato de compra com nenhuma empresa ou laboratório que produza os imunizantes — apenas de intenção —, e nesta quinta (17) o Ministério da Saúde reafirmou que não há data definida para o início da vacinação em território nacional.
Segundo Pazuello, atingir 24,7 milhões de doses só será possível caso os três principais laboratórios parceiros do ministério efetivem os acordos de compra, registrem suas vacinas na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e garantam a disponibilidade de entrega dos imunizantes.
“Estamos falando, em janeiro, de 500 mil doses da Pfizer, 9 milhões de doses do Butantan e 15 milhões a AstraZeneca. A data exata é o mês de janeiro. Pode ser 18, 20 de janeiro. Mas se nós pudermos compreender que o processo vai nos dar a data (…) já nos dá um novo desenho. Isso tudo dependendo do registro da Anvisa”, disse.
Segundo o ministério, o general arredondou a conta em sua fala, e a expectativa o governo federal é que:
-Em janeiro, a AstraZeneca/Fiocruz entregue 15,2 milhões de doses, chegando assim a um total de 24,7 milhões de doses.
-Em fevereiro: até 37,7 milhões de doses.
-Em março: 31 milhões.
O ministro já havia dito que a vacinação poderia começar em dezembro e deu diferentes datas para o início da imunização. No início desta tarde, o Ministério da Saúde divulgou nota para informar que “não estabeleceu qualquer data para o início da vacinação” no país. Ontem, Pazuello falou que a previsão é “meados de fevereiro” .
O plano nacional de imunização foi divulgado ontem, e hoje, o presidente Jair Bolsonaro assinou MP (Medida Provisória) que libera R$ 20 bilhões para a compra de vacinas, seringas e outros itens a serem usados na campanha de vacinação.
Info: UOL