Processo de privatização avança em quatro aeroportos do Nordeste; saiba quais são

Os contratos que serão firmados terão duração de 30 anos e, assim como nas duas últimas rodadas, não haverá participação da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero).

11 de dezembro de 2020

Foto: Reprodução

O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou, sem ressalvas, no dia 8 de dezembro, última terça-feira, os estudos de viabilidade técnica, econômico-financeira e ambientais (EVTEA) do processo de desestatização referente à 6ª rodada de concessões aeroportuárias, composta por 22 aeroportos, divididos em três blocos: Sul, Central e Norte.

A decisão se refere a privatização de aeroportos no território brasileiro, sendo que dos 22, dois são no estado do Maranhão: Aeroporto Marechal Hugo Cunha Machado (São Luís) e o Aeroporto Prefeito Renato Moreira (Imperatriz). Ambos são considerados aeroportos do Bloco Central, que ainda entram: Goiânia (GO), Teresina (PI), Palmas (TO) e Petrolina (PE). 

O TCU recomendou à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que avalie a conveniência e oportunidade de considerar, nos futuros procedimentos que realizar para a contratação de estudos técnicos ou projetos, o desempenho prévio das empresas.

Esse desempenho deverá utilizar os critérios de pontuação que vierem a ser adotados, com o objetivo de buscar a melhoria contínua na seleção de seus contratados.

Juntos, os 22 aeroportos que serão concedidos passam cerca de 23,3 milhões de passageiros e correspondem a aproximadamente 11,1% do mercado nacional.

O total de investimentos previstos nesses aeroportos é estimado em R$ 6,13 bilhões.

Os contratos que serão firmados terão duração de 30 anos e, assim como nas duas últimas rodadas, não haverá participação da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero).

Info: O Imparcial

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