O petista fez críticas ao governo federal, mas disse que não vê as instituições democráticas no Brasil como ameaçadas, neste momento.

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O governador do Ceará, Camilo Santana (PT), evitou, na noite de segunda-feira (8), em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, dar apoio e sinalizou ser contrário a pedidos de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro. Para Camilo, o remedio é “pressão popular”. A declaração do governador cearense vai no sentido oposto à postura do seu partido, o PT.
“Impeachment é o extremo e precisa ter motivos legais, como diz a Constituição. Daqui a dois anos e meio nós temos uma eleição. É muito ruim um impeachment para o Brasil”, defendeu o governador.
O petista fez críticas ao governo federal, mas disse que não vê as instituições democráticas no Brasil como ameaçadas, neste momento. Ele considera, entretanto, que a população precisa ficar em alerta.
“Acredito que remédio para governo ruim é pressão popular. Reivindicar, lutar pelos seus direitos, e esperarmos o momento democrático, que são as eleições, para fazer a troca do mandatário”, disse ele.
Info: Diário do Nordeste