Segundo a Fazenda, esse valor decorre, principalmente, da redução das margens de lucro elevadas praticadas pelas empresas emissoras de vale-alimentação e vale-refeição

O Ministério da Fazenda estima que as mudanças nas regras para as empresas que ofertam vale-refeição e alimentação têm o potencial de gerar economia de R$ 7,9 bilhões por ano, o que representa um ganho médio de aproximadamente R$ 225 por trabalhador no período. Os cálculos consideram as medidas que constam em decreto publicado nesta quarta-feira que atualiza as regras do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), como a limitação das taxas cobradas dos comerciantes e a redução do prazo de repasse dos valores aos lojistas.
Segundo a Fazenda, esse valor decorre, principalmente, da redução das margens de lucro elevadas praticadas pelas empresas emissoras de vale-alimentação e vale-refeição, que passarão a ser repassadas aos estabelecimentos como bares, restaurantes e supermercados.
“Com a diminuição desses custos, estima-se uma queda nos preços finais das refeições e dos alimentos, beneficiando diretamente os trabalhadores.”
A Fazenda defende que as iniciativas buscam aumentar a eficiência, coibir práticas abusivas e estimular a concorrência nesse segmento, estimulando também a aceitação do instrumento de pagamento por outros estabelecimentos.
No cálculo da Fazenda, o teto da taxa cobrada pelos lojistas deve propiciar uma economia de R$ 2,9 bilhões por ano, já a redução do prazo de repasse deve poupar R$ 700 milhões. A estimativa de economia com a abertura dos arranjos é de R$ 1,6 bilhão, já a aplicação das medidas ao auxílio-alimentação, outra forma de benefício para trabalhadores, pode gerar benefício de R$ 2,7 bilhões.
Info: O Globo