A maçonaria contraria a fé católica. Em um documento de 1983, o Vaticano diz que os princípios da maçonaria sempre foram "considerados inconciliáveis com a doutrina da Igreja".

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O presidente Jair Bolsonaro (PL), que disputará o segundo turno eleitoral com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), confirmou ter ido a uma loja maçônica em 2017. O vídeo do chefe do Executivo no local viralizou ontem, porque iria contra a fé católica do candidato a reeleição.
“Tá aí na mídia agora o pessoal me criticando porque eu fui numa loja maçom em 2017. Fui, sim. Fui numa loja maçom, acho que foi a única vez que eu fui numa loja maçom”, afirmou em live.
Segundo o presidente, ele foi convidado por um colega a conhecer o espaço, que ele “acha” ter sido “em Brasília”. “Fui de novo? Não fui. Agora sou o presidente de todos. Isso agora, a esquerda faz um estardalhaço, olha? O que eu tenho contra os maçons? Não tenho nada”, falou.
O vídeo passou a ser disseminado com o objetivo de atingir o público evangélico que apoia a reeleição do presidente, num embate em que a religião ganhou força durante a campanha eleitoral. Apoiadores de Bolsonaro se manifestaram decepcionados no Twitter.
A maçonaria contraria a fé católica. Em um documento de 1983, o Vaticano diz que os princípios da maçonaria sempre foram “considerados inconciliáveis com a doutrina da Igreja”.