O número representa 45,1% das 2.896 prefeituras que responderam à sondagem realizada pela CNM.

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Na última semana, 1.305 cidades ficaram sem a segunda dose da vacina contra a covid-19 para aplicar na população, revela a nova edição da pesquisa da Confederação Nacional dos Municípios (CNM).

O número representa 45,1% das 2.896 prefeituras que responderam à sondagem realizada pela CNM. Mais da metade dos municípios (1.563) disseram não ter passado pelo problema, o equivalente a 54%.
Do total de prefeituras ouvidas (2.896), 1.376 informaram ter iniciado a vacinação de gestantes e puérperas, o correspondente a 47,5%, e 1.443, ou 49,8%, ainda não começaram a imunizar esse segmento.
Percentuais semelhantes apareceram sobre as pessoas com comorbidades. Do total, 1.377 (47,5%) já começaram a imunização neste público e 1.450 (50,1%) ainda não deram início ao processo.
A pesquisa também consultou sobre o recebimento de doses nesta semana. Entre as cidades consultadas, 1.305 (32,4%) disseram que receberam a CoronaVac, 2.452 (60,8%), a da Oxford/AstraZeneca, 56, a da Pfizer, e 220 não responderam. O número vai além do total da amostra (2.896) pois houve municípios que tiveram acesso a mais de um tipo de imunizante.
O risco de desabastecimento de medicamentos do chamado kit intubação foi apontado por 529 cidades, o equivalente a 18,3% das consultadas. No levantamento anterior, o índice estava em 22,6%. O nome é dado a remédios usados no uso de suporte ventilatório de pacientes com covid-19, como anestésicos e neurobloquedores.
A possibilidade de ficar sem oxigênio para o atendimento aos pacientes com covid-19 foi manifestada por 208 prefeituras, o correspondente a 7,2% das entrevistadas, enquanto 2.629 disseram não ter essa