Estudo diz também que a circulação de pessoas na capital estará mais segura em maio. No entanto, a população deve respeitar o distanciamento social.

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Uma pesquisa feita pelo Instituto Integra Dados aponta que Fortaleza apresenta em abril uma taxa média de 55% de pacientes recuperados com Covid-19.
Para chegar ao percentual foram analisados o total de recuperados mais o total de óbitos e os infectados com Covid-19 entre 1º de março até o dia 27 de abril de 2021. Outro dado mostra que a proporção de pessoas que contraíram a doença e foram curadas em Fortaleza também está em queda: 0,9%.
De acordo com o professor doutor em estatística e fundador do Integra Dados, Nonato de Castro, o estudo também levantou o parâmetro R (pelo qual especialistas podem verificar o desenvolvimento dos infectados). O parâmetro R pode assumir os seguintes valores: R = 1, condição de equilíbrio epidêmico; R > 1, descontrole da doença, ou seja, ela se espalha na população de forma a aumentar o número de indivíduos infectados; e R < 1, temos controle da doença, ou seja, a doença tende a desaparecer na população, pois o número de infectados diminui.
“Esse R mostra que Fortaleza está em 0,9% e com tendência de queda todos os dias e isso é muito bom. São indicadores ótimos”, explicou.
Ainda segundo o especialista, a circulação de pessoas em Fortaleza estará mais segura em maio. Ele reforça que a população precisa respeitar as medidas sanitárias.
“Isso mostra que você vai ter diariamente menos contaminados. Mas, é claro que devemos chamar atenção para as vacinas e respeitar as medidas sanitárias. Respeitar o distanciamento social, usar máscara, álcool em gel”, afirmou.
Avanço da vacinação
O Ceará deve avançar para a terceira fase do Plano Nacional de Imunização (PNI) contra a Covid-19 nos próximos 15 dias, de acordo com Magda Almeida, secretária Executiva de Vigilância e Regulação da Secretaria da Saúde do estado (Sesa). A próxima fase inclui pessoas com comorbidades, grávidas e puérperas. O avanço foi divulgado nesta terça-feira (27).
É importante que as pessoas estejam cadastradas na plataforma Saúde Digital, colocando em qual categoria de comorbidade se encaixa.
Info: G1