Em Natal, grupo realiza manifesto pedindo ‘intervenção militar com Bolsonaro no poder’; veja vídeo

Citando palavras de ordem e empunhado faixas e cartazes pedindo uma intervenção, o grupo tinha desde crianças até pessoas idosas.

31 de março de 2021

Foto: Reprodução

No dia de aniversário do Golpe Militar de 1964, manifestantes foram até a sede do 16º Batalhão de Infantaria Motorizada de Natal (16RI), no Tirol, zona Leste de Natal, para pedir intervenção militar no país. A manifestação teve início por volta das 11h desta quarta-feira (31).

Citando palavras de ordem e empunhado faixas e cartazes pedindo uma intervenção, o grupo tinha desde crianças até pessoas idosas, que conversavam com motoristas que trafegavam pela avenida Hermes da Fonseca. Alguns paravam e boa parte buzinava ao observar a manifestação.

Nos últimos dias, tem circulado com frequência entre os grupos de apoio ao presidente uma convocação para manifestação em quartéis. O chamamento, que fala em “intervenção militar com Bolsonaro no poder”, é para marcar o aniversário de 57 anos do golpe militar de 1964.

Na terça-feira (30), o agora ministro da Defesa, Braga Netto, publicou mensagem alusiva ao aniversário do Golpe Militar de 1964. “Eventos ocorridos há 57 anos, assim como todo acontecimento histórico, só podem ser compreendidos a partir do contexto da época”, disse o militar em texto que está no site do Ministério da Defesa.

Na mensagem, o ministro cita o cenário geopolítico polarizado na Guerra Fria, que em suas palavras representava uma “ameaça real à paz e à democracia” do país. Ele afirma que o movimento militar de 1964 que derrubou o governo eleito de João Goulart “é parte da trajetória histórica do Brasil” e “assim devem ser compreendidos e celebrados os acontecimentos daquele 31 de março”.

De acordo com a Lei de Segurança Nacional (7.170/1983), é considerado crime fazer, em público, propaganda de processos violentos ou ilegais para alteração da ordem política ou social; incitar a subversão da ordem política ou social; animosidade entre as Forças Armadas ou entre estas e as classes sociais ou as instituições civis.

Veja vídeo:

Info: Tribuna do Norte

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