Nas bombas do diesel, a situação não é muito diferente. O combustível que abastece os caminhões está 2% mais caro que há um ano, antes da crise do coronavírus, e 0,8% acima do pior momento de maio de 2018, quando a escalada rápida no preço fez estourar a greve da categoria. As variações também não consideram a inflação do período.
Os aumentos são mais brandos, mas suficientes para que o combustível também tenha, hoje, o maior preço já capturado pela ANP em termos nominais. Na última semana, o preço médio do litro do diesel no país estava em R$ 3,88. O valor mais caro encontrado na semana, também no Acre, chegou a R$ 5,25.
Em maio de 2018, recorde anterior, o preço médio do diesel no país bateu R$ 3,83, e o posto mais caro chegou a cobrar R$ 5,20 pelo litro do combustível naqueles meses. Uma alta sincronizada do barril no mundo e do dólar no Brasil também foi a responsável por uma arrancada rápida nos preços dos combustíveis no começo daquele ano.
Info: CNN

